A gente sempre soube como ia ser e apostavamos causas alheias, sem antes apostar a nossa; e diziamos coisas desconexas e escrevo coisas non-sense, onde até a loucura e a respiração se confundem. Mesmo com minha segurança presa em círculos de fumaça, eu acho que as linhas nunca vão se acabar e nesso meio milésimo de segundo em que atravesso o tempo, fico mais confusa e os dois nem imaginam que jogo de cartas é esse.
Dessa forma mesmo, nesse desenho incompreensível, eu me entrego ao desejo de vozes e beijos e me possuo pela sensualidade da via. Me ponho em cinco pontas de um esfera e faço da minha vida papel principal.
Sempre sei todas as regras.
Véspera dos meu dezesseis.
Lee Godoy
-18/03/2007-
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